Informativo abril/2026
O informativo de abril detalha a consolidação do RSC-TAE através da Lei 15.367/2026, destacando que as entidades agora articulam junto ao governo a minuta do decreto que definirá os critérios oficiais de pontuação.
Paralelamente ao debate normativo, o IFB organiza a formação de comissões internas com inscrições abertas até 14 de abril, visando estruturar a análise dos processos dentro do prazo de 120 dias
A publicação também convoca a categoria para uma agenda de mobilizações em Brasília entre os dias 15 e 19 de abril, reafirmando que a unidade sindical é fundamental para garantir o cumprimento integral dos acordos e a efetivação dos direitos conquistados. Leia na íntegra.
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Paralisação nesta quinta (11)
Servidores/as do IFB cruzam os braços pelo cumprimento integral do acordo de greve e contra a reforma administrativa
Em todo o país, a categoria está mobilizada e em Brasília, acontece uma série de atividades para pressionar o governo. Leia o nosso panfleto e saiba mais.
Confira o informativo de agosto/2025
A publicação é um apanhado das últimas ações do Sindicato. Esse mês, abordamos a reunião com a reitoria, as últimas Plenárias Nacionais do Sinasefe e o Encontro de Mulheres do Centro Oeste.
Regimento interno do Sinasefe Brasília
Nota de repúdio ao contingenciamento do orçamento do IFB
O SINASEFE-Seção Brasília repudia o anúncio do Governo Lula que contingenciou os recursos do orçamento da Educação, resultando num corte de R$ 6.576.394,00 no Instituto Federal de Brasília (IFB) para este ano. Esse valor equivale ao orçamento anual de três campi do Instituto, o que representa um golpe na capacidade de operação e na qualidade da educação oferecida.
Esse contingenciamento impacta diretamente a oferta de bolsas de assistência estudantil, que são cruciais para garantir a permanência dos estudantes. Além disso, compromete a manutenção da infraestrutura, os contratos de terceirização e outras atividades essenciais para o funcionamento das unidades, como a compra de insumos para aulas práticas e a realização de saídas de campo.
Destacamos que o terceiro governo Lula não foi eleito para continuar as políticas de austeridade fiscal implementadas por governos anteriores. É contraditório contingenciar os recursos dos institutos federais enquanto o governo anuncia a expansão da rede federal, com a construção de dois novos campi no Distrito Federal, sem que haja uma recomposição do orçamento e do quadro de servidores do IFB.
O governo Lula optou por priorizar os interesses do mercado financeiro, como demonstram as medidas neoliberais de austeridade refletidas no arcabouço fiscal e nas elevadas taxas de juros. Enquanto isso, os recursos necessários para o funcionamento das instituições são bloqueados e redirecionados para o pagamento dos juros da dívida, beneficiando ainda mais os banqueiros do país.
O atual contingenciamento de verbas corre o risco de se tornar cortes permanentes, como ocorreu durante o governo Bolsonaro, pois a liberação desses recursos depende do aumento da arrecadação. Por isso, acreditamos ser inaceitável que a comunidade que utiliza a educação pública e seus servidores sejam penalizados pela crise, e por isso defendemos:
1) Reversão imediata do contingenciamento do orçamento de 2024: É imperativo que os recursos sejam desbloqueados para evitar que a arrecadação insuficiente resulte em cortes permanentes, afetando gravemente o funcionamento e a qualidade das aulas no IFB.
2) Recomposição total do orçamento para 2025: É essencial que o orçamento do próximo ano seja recomposto para garantir o pleno funcionamento do IFB e assegurar a oferta de uma educação técnica e tecnológica pública, gratuita e de qualidade.
A luta contra essas políticas de austeridade continuará, pois defendemos uma educação pública que seja verdadeiramente acessível e de excelência para todos e todas.
SINASEFE-Seção Brasília
Greve no IFB continua
O movimento paredista iniciado em 3 de abril ainda não alcançou seus objetivos e segue com grande adesão em Brasília e em outros Institutos do país
Apesar do “acordo” assinado por uma entidade sindical sem representatividade na base ou na legislação, os servidores da educação federal continuam em greve. A decisão aconteceu tanto em nível local, com as assembleias em cada estado, quanto nacionalmente, na última plenária nacional do Sinasefe, que aconteceu dia 26/5.
No DF, a deliberação foi massiva. A maioria esmagadora dos servidores não aceita a proposta do governo. Mais de 400 pessoas participaram da assembleia híbrida, na última sexta-feira (24) no campus Estrutural ou pelo google meet. Esse também é o posicionamento da ampla maioria das seções sindicais que estiveram presentes na plenária Nacional do Sinasefe. Com a participação de 98 seções sindicais, o pleito teve apenas dois votos favoráveis à aceitação da proposta.
“Nessa segunda-feira (27), o governo marcou uma nova mesa de negociação com os docentes, para o dia 3 de junho. Apesar de ter afirmado que já havia encerrado as propostas, a força da greve obrigou a continuidade desse processo negocial. A assinatura do termo de acordo com o Proifes Federação é uma prática antissindical e desrespeitosa do governo Lula porque o Proifes não tem carta sindical e é impedido por decisão judicial de representar a carreira EBTT em todo o território nacional”, afirmou o coordenador do Sinasefe Brasília, Lucas Barbosa.
O Sinasefe Nacional já entrou na justiça para tirar o efeito da assinatura do acordo com o PROIFES. Hoje, mais de 560 unidades da Rede Federal de Educação continuam paralisadas.
Por que continuar?
Apesar das melhorias que foram conquistadas ao longo da greve, o governo federal não avançou em pontos que são primordiais para o conjunto dos servidores e que não têm impacto financeiro, como os diversos decretos publicados pelo governo Bolsonaro que seguem vigentes e precisam ser revistos a exemplo da portaria 983 e das instruções normativas 54 e 66.
Além disso, não há, até o presente momento, nenhuma data sobre nova mesa de negociação da carreira PCCTAE e a unidade é uma das grandes bandeiras desta greve. Se as demandas dos TAES não forem atendidas, toda a categoria permanecerá paralisada.
Também não houve resposta sobre a recomposição orçamentária nos Institutos Federais, que é primordial tanto para a continuidade das instituições que já existem, quanto para arcar com o projeto de expansão anunciado pelo governo federal.
A greve continua porque quem determina o fim da greve são os servidores em assembleia, representados legitimamente e legalmente pelo SINASEFE, e qualquer outro acordo assinado não tem validade.
“A mobilização além de continuar deve se intensificar a partir de agora. Só a continuidade da nossa luta vai garantir que ninguém fique para trás e que possamos defender mais do que o reajuste salarial. Claro que essa é uma pauta muito importante para a categoria, mas não é a única. Como falamos desde o começo, a nossa greve é pela educação federal e vamos defender de forma intransigente a recuperação das nossas instituições”, explicou Lucas.
Quer se filiar ao Sinasefe Brasília e fortalecer a mobilização da nossa categoria? Acesse o link (https://sinasefebrasilia.org.br/sindicalize-se/) preencha a ficha e envie para o e-mail: sindicato@sinasefebrasilia.org.br.
Comunicado do Comando de Greve do IFB sobre o Ofício 83/2024 da Reitoria

Na última terça-feira, a Reitoria do IFB enviou o ofício ao sindicato, listando as atividades que a gestão do IFB considera prioritárias e inadiáveis, conforme acordado na reunião entre Reitoria e o comando de greve.
O comando de greve irá avaliar as atividades que consideramos inadiáveis, em conjunto com nossa assessoria jurídica. Na próxima reunião com a Reitoria, negociaremos quais atividades devem ser mantidas durante a greve. Instruímos os comandos locais de greve a se reunirem com os servidores diretamente afetados para determinar quais serviços são verdadeiramente inadiáveis.
Reiteramos que o direito de greve é constitucional, não havendo legislação especifica que determine quais serviços devem ser mantidos durante a greve em instituições federais de ensino.
🗓️ Participe das mobilizações!
📢 Ato durante a Mesa Nacional de Negociação Permanente
Quarta-Feira – 14h
Anexo do bloco F – Esplanada dos Ministérios
📢 Ato durante o lançamento da pedra fundamental do novo campus do IFB com a presença do presidente Lula
Quinta-feira – 14h
Sol Nascente – Via VC 311, quadra 202, conjunto N
Fortaleça a greve, participe dos comandos locais!
Uma carreira forte depende de um sindicato forte!
A Expansão tem que ser com valorização do servidor e orçamento suficiente para o bom funcionamento!
Filie-se ao sindicato!
Paralisação | Reitoria e direções foram avisadas
Conforme foi deliberado na última assembleia do Sinasefe Brasília, os servidores do IFB estão em estado de greve e realizarão nesta quarta-feira (22), uma assembleia geral em formato híbrido para deliberar se vão aderir ao movimento paredista nacional contra os cortes orçamentários e pela recomposição salarial da categoria.
A seção sindical avisou, com o tempo protocolar de antecedência, tanto a reitoria quanto as direções de curso. Segue abaixo os comunicados enviados na segunda-feira (20).


34° Consinasefe reforça a luta dos servidores federais
Greve geral, eleição da nova diretoria e posicionamento nas eleições presidenciais foram alguns dos pontos tratados durante o 34° Congresso Nacional do Sinasefe, que aconteceu nos dias 12, 13, 14 e 15/05, em Brasília.
Além da deflagração do movimento paredista em defesa da recomposição salarial de 19,99%, pauta esta que já vinha sendo amplamente debatida e construída nas plenárias do Sindicato, o congresso instituiu o Comando Nacional de Greve (CNG), composto com representações das seções paralisadas.
Vale lembrar que desde o dia 11/05, o Sindicato comunicou o governo sobre o movimento paredista e a reivindicação da categoria, que sofre severas perdas inflacionárias desde o início do governo Bolsonaro. As seções sindicais Sinasefe IFMG, Sinasefe IFBA, Sidsifpe, IFPE já deflagraram greve. O os servidores do IFSP estão com paralisações em curso. Outras seções, vão deflagrar greve no próximo período. IFPA, no dia 20, IFSul, dia 19, IFMS adere ao movimento a partir de segunda-feira (23). Outras seções sindicais também estão entrando no movimento e realizando assembleias, dialogando com a base e deflagrando paralisações.
A seção Brasília aprovou, na última assembleia, o indicativo de greve que será debatido com a categoria e a comunidade acadêmica nas próximas semanas. A nova Diretoria Nacional do Sindicato, que estará à frente das lutas da categoria pelos próximos dois anos, também foi eleita durante a atividade, assim como o caderno de teses.
Sobre as eleições presidenciais, os delegados presentes no Consinasefe decidiram pelo apoio a Lula, que lançou sua pré-candidatura no dia 07 de maio.
*Com informações de Sinasefe Nacional.
